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Governador comemora resultados apontados em estudo

Wellington disse que a meta é chegar a 2022 com IDH de alto desenvolvimento.

09/09/2019 | Edivan Araujo
"Vamos chegar em 2022 em um patamar mais elevado. Estamos prevendo R$ 1,5 bilhão para infraestrutura", frisou. / Foto: Reprodução

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), comemorou os resultados apontados no estudo "Piauí: trajetória e transição econômica", que aponta o Estado como o de maior expansão econômica do Nordeste nos últimos anos.

Ao Cidadeverde.com, o governador comparou o passado com o presente. "O Piauí entrou no Século XXI como o patinho feito do Brasil. A economia era muito incipiente. Nosso PIB era de R$ 7,4 bilhões em 2003, dividindo pela população que tínhamos, era R$ 200 por habitante, por mês. Era muito baixo. Nosso PIB em 2018 foi algo em torno de R$ 50 bilhões", diz.

O governador explicou que o Piauí era visto como um Estado com potencial para geração de energia, produção de grãos, irrigação e Serviços e, após um conjunto de investimentos em várias áreas, hoje o potencial virou realidade.

"E o mais importante é que, mesmo em meio à crise, continuamos crescendo. No meio dessa crise, teve ano que o país teve resultado negativo e o Piauí continuou crescendo. O lado bom dessas viagens que tenho feito é que tenho tratado de investimentos. Temos um volume significativo de investimentos, que geram saldo positivo de empregos e aumentam a renda, e isso acontece em várias regiões do Estado", pontuou.

Wellington acrescentou que a meta é chegar a 2022 com IDH de alto desenvolvimento e que está encaminhando à Assembleia Legislativa do Piauí um projeto que alonga a dívida e permite mais recursos para investir no Estado.

"Vamos chegar em 2022 em um patamar mais elevado. Estamos prevendo R$ 1,5 bilhão para infraestrutura. Vamos receber R$ 1,6 bilhão para Educação, temos previstos investimentos na área do Meio Ambiente e Segurança. Também chegarão outros investimentos privados. Estou mantendo o otimismo. Acho que esse livro tem um caminho seguro a seguir. Se a gente for por ele, teremos um Estado melhor. Tínhamos um IDH de 0,4 em 2003, muito baixo. Agora estamos em 0,7, que é de desenvolvimento e a meta é chegar ao desenvolvimento muito alto.

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