Matéria / Entretenimento

Conheça as concorrentes da Miss PI no Miss Brasil. Letícia tem chances?

Entre as mudanças estão um apelo mais fashion e a procura por uma miss que tenha muita atitude e opinião.

15/11/2015 | Edivan Araujo
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Esta edição do Misse Brasil promete surpreender os fãs do concurso e convidar novas gerações para curtir o principal concurso de beleza do país. Entre as mudanças estão um apelo mais fashion e a procura por uma miss que tenha muita atitude e opinião.

"Vejo o Misse Brasil como um concurso que teve um glamour incrível e agora precisa se atualizar", diz João Appolinário, idealizador e dono da Polishop. A marca de produtos de beleza Be Emotion, da Polishop, é a patrocinadora oficial do concurso. "Os produtos Be Emotion seguem as tendências, e queremos levar esse conceito ao Miss Brasil. Nada melhor do que ter como representantes de produtos de beleza as mulheres mais bonitas do país", afirma.

Para produzir todo o concurso, desde os treinos de passarela até a escolha dos jurados, a Be Emotion trouxe experts de várias áreas, como Denise Céspedes, sócia-diretora da Ford Models, e Giovanni Frasson, um dos especialistas em moda mais relevantes do país e diretor da "Vogue Brasil" por 25 anos. "Busquei as pessoas mais importantes em cada segmento. Cada uma traz uma experiência de peso e um olhar diferente. É assim que vamos conseguir encontrar a brasileira que irá nos representar no Miss Universo".

Candidata do Piauí, Miss Letícia Alencar

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O ar de princesa e alguns conservadorismos devem perder espaço nessa nova fase. A intenção é fugir ao máximo de um conceito pasteurizado para encontrar uma miss única. O novo perfil deve chegar a todos os concursos estaduais de 2016, prevendo um tempo maior de preparação para o Miss Brasil. Além disso, a Be Emotion pretende descobrir mulheres com potencial em lugares remotos do país. "Uma menina que sai de um município e, de repente, representa a beleza brasileira é algo fantástico", diz o empresário. "Existem meninas escondidas em pontos extremos que poderiam realizar esse sonho".

As mudanças começaram já no confinamento, com passeios turísticos sendo substituídos por experiências, que incluem games e desafios com o intuito de revelar a personalidade de cada uma. "A passarela deve ser mais orgânica, permitindo que cada uma construa seu jeito de desfilar", revela Karina Ades, da Floresta, responsável pela direção do programa de TV. "Será a primeira geração que vai abraçar essa mudança", diz o dono da Polishop.

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A abertura do concurso também será bem diferente, com um número inspirado na Madonna dos anos 1980. Entre o que se mantém estão os desfiles de biquíni – que contará com a participação de uma escola de samba –, gala e maiô, além das perguntas dos jurados.

A apresentação ficará a cargo de Mariana Weickert e Cássio Reis. Entre os jurados estão Paulo Borges, criador da SPFW, Yan Acioli, personal stylist, Cris Arcangeli, empresária e comunicadora, os estilistas Patrícia Bonaldi e Vitorino Campos, o beauty artist Max Weber, entre outros. "Recebi ligações de pessoas querendo estar no júri e respondi 'nem eu sou jurado'. Isso gera credibilidade junto a opinião pública", afirma João Appolinário.

O concurso
O Miss Brasil será realizado na próxima quarta-feira, dia 18, no Citibank Hall, em São Paulo.

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Fonte: Com informações do UOL

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