Dados do trabalho / Foto: Assis Fernandes/ODIA
Dados divulgados pelo PNAD Contínua trimestral apontam o Piauí tem a maior taxa de subutilização do 1º trimestre de 2020, de 45%. O Estado apresentou a estimativa mais alta, seguido pelo Maranhão (41,9%) e Bahia (39,9%). A taxa média no Brasil foi de 24,4% e é composta de subutilização da força de trabalho de pessoas com 14 anos ou mais de idade, considerando o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada.
A taxa de desocupação do País foi de 12,2% nos três primeiros meses, subindo 1,3% em relação ao 4º trimestre de 219 (11%). As maiores taxas foram observadas na Bahia (18,7%), Amapá (17,2%), Alagoas e Roraima (16,5%) e as menores em Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Paraná (7,9%). O Piauí ficou com taxa de 13,7%.
Com isso, muitas pessoas estão trabalhando por conta própria. De acordo com o PNAD Contínua, a média nacional é de 26,2%. O Amapá lidera o ranking, com 39,5% e o Piauí ocupa o 6º lugar, com 32,5%. A taxa de informalidade no Brasil em 39,9% (36,8 milhões de pessoas) da população ocupada. O Piauí ficou em 4º lugar entre os estados com maiores índices, com 58,8%. Para o cálculo da taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; Empregador sem registro no CNPJ; Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; Trabalhador familiar auxiliar.
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Já com relação ao percentual de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, no 1º trimestre deste ano, o Piauí ficou em penúltimo lugar, com 53,9%, enquanto que o melhor índice é ocupado por Santa Catarina, que lidera o ranking com 88,8%. A média nacional de empregados com carteira de trabalho assinada era de 75% em todo o País
Por: Isabela Lopes
Fonte: Portal O Dia