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Campanha nacional arrecada mais de R$ 140 mil em benefício às crianças e jovens atendidos pela Rede Feminina de Combate ao Câncer no Piauí

Este ano, a campanha irá beneficiar 66 projetos de 56 instituições que atuam com oncologia pediátrica lideradas pelo Instituto Ronald McDonald no Brasil

28/12/2021 | Redação
Este ano, a campanha irá beneficiar 66 projetos de 56 instituições que atuam com oncologia pediátrica lideradas pelo Instituto Ronald McDonald no Brasil / Fotos: projeto da Rede Feminina que foi construído com recursos de edições passadas do McDia Feliz

O McDia Feliz, uma das principais iniciativas para arrecadação de fundos em prol de causas infantojuvenis no país, arrecadou com a edição de 2021, o valor de R$ 22.5 milhões; verba que será destinada às iniciativas conduzidas pelo Instituto Ayrton Senna, que contribui para ampliar oportunidades para os jovens por meio da educação e pelo Instituto Ronald McDonald, que promove, por meio de sua rede de mais de 56 instituições em todo o Brasil, a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e suas famílias. E uma dessas instituições é a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC), no Piauí. 

Com a venda dos sanduíches Big Mac, a instituição piauiense arrecadou R$ 146.844,17, valor que será destinado para ajudar crianças e jovens em tratamento oncológico atendidos na instituição. A presidente da RFCC-PI, Carmen Campelo, ressalta a gratidão pela campanha, que já trouxe vários benefícios para as crianças atendidas pela entidade. 

"A nossa parceria com o Instituto Ronald McDonald é de longa data e, mais uma vez, nosso sentimento é de gratidão por sermos uma das instituições beneficiadas com os recursos do McDia Feliz. Com o dinheiro da venda dos Big Mac em outros anos, construímos a Casa de Apoio à Criança com Câncer - Lar de Maria e reformamos nossa sala Fantasia e Espaço Família no Hospital São Marcos”, destaca a presidente. 

Carmen adianta que, com os recursos da campanha de 2021, a entidade vai investir diretamente nos projetos Data Manager e na Capacitação em Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil.

“O primeiro projeto tem como objetivo coletar, verificar e organizar um conjunto de dados relativos a pacientes oncológicos infantojuvenis, para que estejam disponíveis para análises e possam ser inseridos nos Protocolos Clínicos da Sociedade brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE). Já o segundo projeto busca capacitar médicos, estudantes de medicina e enfermeiros do Piauí sobre a importância do diagnóstico precoce e assertivo do câncer infantojuvenil, como forma de aumentar as chances de cura dos pacientes", explica Carmen.

Com mais de 30 anos contando com a solidariedade da sociedade para impactar positivamente milhares de crianças e jovens brasileiros, a arrecadação deste ano, gerada com a venda de sanduíches Big Mac, teve crescimento de 13% em relação à edição anterior da campanha. Mesmo em um cenário ainda desafiador, em um ano de retomada econômica, a ação contou mais uma vez com o apoio e engajamento da população.

“Estamos muito felizes e honrados pela corrente de amor e solidariedade que marcou o dia 23 de outubro, com a campanha McDia Feliz. Através da união de todos e de suas doações, vamos impactar a vida de milhares de crianças e adolescentes com câncer no país, impulsionando nossa missão de aproximar famílias da cura dessa doença que é a que mais mata na faixa etária de 1 a 19 anos, segundo o Inca. Trabalhamos há mais de 22 anos nas principais necessidades no antes, durante e após o tratamento, através do desenvolvimento e da coordenação de programas como Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald”, destaca Bianca Provedel, Diretora Executiva do Instituto Ronald McDonald.

Sobre o McDia Feliz

O McDia Feliz é o principal evento beneficente do McDonald's e, atualmente, é uma das maiores mobilizações em prol de crianças e adolescentes no Brasil. A campanha é realizada no país desde 1988, gerando recursos para as instituições apoiadas pelo Instituto Ronald McDonald, que atuam para proporcionar mais saúde e qualidade de vida a crianças e adolescentes com câncer. Em 2018, o projeto ampliou seu impacto para beneficiar outra causa de grande importância para o país, a Educação, contribuindo para as ações do Instituto Ayrton Senna. Desde sua primeira edição, mais de R$ 350 milhões já foram arrecadados pelo McDia Feliz.
  
Sobre o Instituto Ronald McDonald
Organização sem fins lucrativos, o Instituto Ronald McDonald (IRM) há mais de 22 anos atua para aumentar as chances de cura do câncer infantojuvenil e propiciar saúde e qualidade de vida para crianças e jovens do Brasil. Para atingir esse objetivo, o Instituto Ronald McDonald trabalha promovendo a estruturação de hospitais especializados, a hospedagem para famílias que residem longe dos hospitais, a capacitação de estudantes e profissionais de saúde para realizarem o diagnóstico precoce, incentiva a adesão a protocolos clínicos e promove disseminação de conhecimento sobre a causa. A ONG faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House Charities (RMHC), presente em mais de 60 países, coordenando os programas globais: Casa Ronald McDonald, voltado para a hospedagem, transporte e alimentação dos pacientes; e o Programa Espaço da Família Ronald McDonald, que torna menos desgastante o dia a dia das famílias durante o tratamento. No Brasil, há ainda outros dois programas locais: Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com ações específicas de combate ao câncer infantojuvenil. O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre os programas e as instituições beneficiadas no site . 

Sobre a Rede Feminina
Instalada oficialmente em 08 de abril do ano de 1987, a Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí, é uma entidade filantrópica que tem como objetivo a luta social no combate ao câncer. O trabalho é realizado por um grupo de 100 voluntários que realizam ações em prol do bem-estar dos pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social.

 

Fonte: Ascom

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