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Mais de 200 famílias ficaram desabrigadas após chuvas em Teresina, diz Defesa Civil

As famílias foram resgatadas e levadas para escolas e casas de parentes

04/01/2022 | Redação
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em três dias, choveu mais que o esperado para todo o mês de janeiro em Teresina / (Fotos: Portal G1 Piauí)

 

Cerca de 200 famílias ficaram desalojadas na última semana em Teresina, de cerca de 400 atingidas pelos alagamentos causados pelas fortes chuvas que caíram na capital, segundo dados da Defesa Civil municipal.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em três dias, choveu mais que o esperado para todo o mês de janeiro em Teresina.

Segundo a Defesa Civil, a região mais afetada é a do bairro Mafrense, de onde famílias são resgatadas desde a noite de 31 de dezembro. A região fica próxima dos rios Parnaíba e Poti, tem lagoas e regiões alagadiças onde a água sobe rapidamente com as chuvas.

 

As famílias que tiveram casas inundadas foram retiradas e alojadas em casas de familiares ou nas salas da Escola Domingos Mafrense. As famílias que recebem desabrigados recebem um auxílio de até R$ 300 pelo programa Família Solidária, da Prefeitura de Teresina.

O gerente de operações da Defesa Civil, Marcos Rolf disse que há situações de famílias com casas alagadas em vários pontos de Teresina. Na manhã desta segunda-feira (3), equipes da Defesa Civil foram acionadas para resgatar pessoas na Vila Apolônia, na Zona Norte, e no Parque Brasil, na região da Santa Maria da Codipi.

 

Ainda segundo Marcos, algumas famílias resistem em deixar suas casas, o que acaba atrasando o trabalho de resgate.

"Houve famílias que cadastramos ontem, quando tínhamos tempo, e muitas não saíram. E hoje pela manhã, começaram a ligar pedindo o resgate, estas mesmas família", relatou.

Seis bombas instaladas na região Norte retiram a água das regiões alagadas e despejam de volta nos rios. Entretanto, segundo Marcos Rolf, o volume de água que as lagoas receberam é maior do que o que as bombas são capazes de retirar.

Fonte: Portal G1 Piauí

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