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Tribunal de Contas do Estado fiscaliza e constata irregularidades em 30 hospitais do Piauí

Foram identificadas falhas no controle de estoque de materiais e no registro de ponto de funcionários das unidades de saúde

05/05/2022 | Redação
A ação comprovou que apenas 18 das 30 unidades de saúde avaliadas armazenam medicamentos e insumos em condições adequadas / (Fotos: Tribunal de Contas do Estado)

 

O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) realizou, na quarta-feira (4), uma fiscalização ordenada em hospitais do Estado. 

Durante a ação, foram identificadas falhas no controle de estoque de materiais e no registro de ponto de funcionários das unidades de saúde.

Ao todo, sete hospitais de Teresina e 23 de outros municípios foram avaliados. As unidades averiguadas foram das cidades de ParnaíbaLuzilândiaEsperantinaBarrasPiripiriCampo MaiorSão Miguel do TapuioElesbão VelosoValença do PiauíAmaranteFlorianoOeirasPicosSimplício MendesSão João do PiauíCanto do BuritiUruçuíSão Raimundo NonatoBom JesusCurimatá e Corrente foram avaliados.

 

A ação comprovou que apenas 18 das 30 unidades de saúde avaliadas armazenam medicamentos e insumos em condições adequadas, que garantem segurança e integridade dos itens.

Além disso, no momento da fiscalização, em 10 hospitais, o médico de plantão não estava presente.

Em entrevista à TV Clube, o secretário de controle externo do TCE-PI, Luís Batista, informou que a vistoria é feita a partir de questionários, que devem ser respondidos de forma online, com fotos e questionários, e disponibilizados à população no site do órgão.

“A fiscalização ordenada está na sua segunda edição, e quisemos aproveitar para fiscalizar o mesmo objeto de 2019, revisitar os 30 hospitais da rede estadual. O objetivo é trazer à população, em tempo real, aquilo que os auditores estão visualizando em campo”, comentou.

 

Conforme o secretário, a fiscalização permite avaliar a qualidade do gasto dos recursos em políticas e serviços públicos. Em caso de irregularidades, gestores responsáveis pelos hospitais são notificados para desenvolver soluções.

“Primeiro, é o próprio gestor tomar conhecimento das circunstâncias e poder adotar providências, a iniciativa de resolvê-las. As informações coletadas serão utilizadas pelo tribunal em outros relatórios, seja nas contas desses próprios hospitais, seja para realizar auditorias específicas nos pontos mais graves”, completou o secretário Luís Batista.

 


 

 

Fonte: Portal G1 Piauí

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