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Novo desembargador deve ser um juiz independente, diz presidente do TJ/PI

06/12/2025 | Redação
Novo desembargador deve ser um juiz independente, diz presidente do TJ/PI / Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com

O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Aderson Nogueira, descreveu como deve ser o perfil do novo desembargador do TJ que será nomeado pelo governador Rafael Fonteles (PT). Nesta sexta-feira (5), o pleno do tribunal escolheu a lista tríplice indicada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil, secional Piauí). Os advogados mais votados foram Mario Basílio (20 votos), Sigifroi Moreno (17 votos) e Gisela Freitas (16 votos).  

“O perfil do novo desembargador é de um juiz independente que deve ser sensível, humano e garantidor de direitos. É o perfil que todo magistrado deve ter, de ser preparado, imparcial e independente”, disse o presidente.

Aderson Nogueira avaliou que o processo de escolha do novo desembargador foi tranquilo e que hoje será encaminhada a lista tríplice para o Palácio de Karnak. O governador tem 20 dias para escolher um nome. 

A nova vaga foi aprovada na Assembleia Legislativa e o TJ ficará com 22 desembargadores.  

“Hoje, essa vaga é ocupada por uma juíza convocada e o nomeado passará a ocupar esse gabinete”, disse o presidente. 

Balanço de 2025

Para o presidente, o balanço de 2025 foi extremamente positivo. 

“Nunca tivemos uma produtividade tão excepcional como ocorreu no segundo grau, com quase 130% de produtividade. É como se entrassem 300 mil processos. Estamos julgando 30% a mais do que aquilo que é ingressado. Todos os magistrados são extremamente comprometidos com sua função. Tanto é verdade que nós agora, recentemente, na solenidade do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), tivemos a felicidade de ser reconhecido com o selo prata”, disse o presidente do TJ. 

Para 2026, Aderson Nogueira disse que vai trabalhar para um poder judiciário ainda mais produtivo. 

“A razão do poder judiciário é de jurisdição, é julgar processos, e dar resultado àqueles que tem uma demanda na justiça. É processo rápido, mas com segurança, célere, sem atropelar o devido processo legal. Tudo dentro da mais perfeita ordem e obedecendo aos comandos constitucionais”, disse o presidente do TJ.

Fonte: Cidadeverde

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