A Polícia descobriu que Roberto Alber Lima Carvalho, identificado como chefe da "Quadrilha das Mercedes", escolhia o nome de uma empresa conceituada em Teresina, acessava seus dados na receita estadual e falsificava contracheques em nome da pessoa que utilizaria para financiar os carros de alto luxo.
Podia ser qualquer empresa, desde que fosse grande e conceituada. A falsificação dos holerites era muito bem feita ao aponto de nunca despertar qualquer suspeita nos funcionários dos bancos que agilizavam os financiamentos.
A papelada, que incluía os documentos falsificados, era levada para os bancos que financiavam os carros pelo ex-funcionário da Mercedes César Augusto. Os encontros do grupo com Augusto eram sempre em locais públicos da zona leste de Teresina.
Fonte:GP1