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Ainda faltam mais de três meses para o término do ano e o número de assassinatos ocorridos em Picos, 11 até agora, já é quase igual a quantidade de homicídios, 12, registrados em 2015.
E diferente dos últimos anos, chama a atenção o fato de em 2016 mais da metade das vítimas desses crimes, seis pessoas, não terem passagem pela polícia, o que representa um percentual de 54,5%.
Entre esses estão um morador de rua (“Marcelo”), uma garota de programa, (Tarciana Maria Alencar Silva) um recruta do exército (José Antônio de Sousa Filho, de 18 anos), um funcionário da loja Moto Moura (Gilberto de Carvalho Filho, que era mais conhecido como “Bertim”, de 42 anos), um podador (Francisco das Chagas Eduvirgens Santos, de 33 anos) e um artesão (Antônio Camilo de Oliveira, de 59 anos, que era mais conhecido como “Buchinho”).
Por outro lado, cinco vítimas de assassinato, o que corresponde a 45,4% dos mortos, tinham passagem pela polícia por diversos tipos de crimes.
São eles: o chaveiro, Natanael Cortez de Albuquerque, que é mais conhecido como “Socó” ou “Socozinho”, de 31 anos, o desempregado, Valdemar Vicente dos Santos, de 35 anos, o presidiário, Francisco Carlos Borges, de 35 anos, que era mais conhecido como “Macaquinho”, o menor infrator, Francisco Lázaro Pereira dos Santos, de 16 anos e o ex-presidiário, Hiata Anderson Feitosa Lacerda, de 38 anos, que era mais conhecido como “Boy”.
Fonte: Diaadiapicos