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A possibilidade de abertura de novos cursos de medicina no Piauí vem sendo repudiada pela Associação Médica Brasileira. Nesta semana a seccional da entidade no estado divulgou nota afirmando que, além de estrutura nestas novas instituições, faltam hospitais escolas suficientes para prática dos ensinamentos médicos. A nota foi editada, segundo a AMB-PI, após noticias na imprensa sobre o surgimento de novos cursos.
Assinada pelo presidente da entidade, Elisiário Cardoso Júnior, a nota diz ainda que “o Piauí é um dos poucos estados brasileiros em que o número de médicos em relação à população demográfica segue o que preconiza a Organização Mundial de Saúde – OMS (1 médico para cada 1000 habitantes)”, e que “as universidades públicas e faculdades privadas existentes no Piauí têm se esforçado para manter uma estrutura que atenda todas às necessidades dos acadêmicos e os possibilite alcançar o mercado de trabalho, com boa formação técnica e humanística”.
Para a AMB, “o ensino da medicina nas instituições de ensino superior, públicas e privadas do Piauí atende perfeitamente a população piauiense, portanto sem necessidade de novos cursos, bem como novos estabelecimentos de ensino específicos”.
A entidade defende ainda melhoria nos investimentos nas universidades garantindo aos alunos e futuros médicos uma melhor estrutura, certa de que assim “teremos uma medicina ainda melhor do que temos e que nos coloca no hall de referência em saúde no eixo Norte-Nordeste do Brasil”.
Fonte:180graus
Imagem:Reprodução