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Escolas municipais são disponibilizadas para possíveis desabrigados

Vários órgãos se reuniram na prefeitura para discutirem possíveis soluções e ainda planejar medidas para tentar evitar maiores danos.

05/12/2018 | Edivan Araujo
Vias laterias da BR 316 estão vetadas para trânsito de veículos do bairro Paraibinha até a rodoviária / Foto: Reprodução

A forte chuva registrada nesta terça-feira (04) que teve início por volta das 3h40, com quase doze horas de duração, contalizou inúmeros prejuízos na cidade. Ruas foram inundadas, famílias que tiveram residências invadidas, perderam tudo e alguns trechos na cidade estão intrafegáveis.

Por conta da inesperada e grave situação ocasionada pelo registro pluviométrico, representantes de vários órgãos na Prefeitura de Picos, para discutirem possíveis soluções e ainda planejar medidas para tentar evitar maiores danos.

Para as famílias que podem ficar desabrigadas ou que moram em residências com risco de desabamento, foram disponibilizados abrigos nas escolas municipais Padre Madeira, Creche Dorotéia e Tia Celeste.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros de Picos, o tenente Hamilton Lemos, a instituição já atendeu 16 ocorrências somente nesta manhã e os pedidos de socorro não param de chegar. O comandante disponibilizou o telefone (86) 9 9982-2704, além do 193 em caso de emergência, uma equipe foi disponibilizada para atender aos chamados.

De acordo com secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana de Picos, Edilberto Cirilo, as orientações são para que a população permaneça em casa e evite ao máximo se expor nas ruas. Segundo ele, há riscos de haver buracos encobertos pela água. Edilberto falou ainda que nenhum motorista ou pedestre deve trafegar pelas laterais da BR 316, desde a Paraibinha até a ponte que fica próxima à passarela, pois segundo ele, com as obras, o local pode ter cedido e por conta do nível hídrico, pode apresentar perigos.

A Prefeitura de Picos não decretou situação de emergência no município, mas foi montada uma força tarefa com gestores da Administração Pública, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e voluntários para trabalharem nos locais atingidos.

A Coordenadoria de Defesa Civil, que estava sem gestor, recebeu –em caráter de urgência- a nomeação de Breno Pacheco. Segundo o novo coordenador, uma equipe do órgão iniciará vistorias em locais de risco de desabamento.

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